terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Amor...ontem, hoje e sempre.


O relacionamento entre homem e mulher é a tônica da literatura mundial em todas as épocas.Desde o Trovadorismo em que o homem demonstrava uma quase veneração por "mia senhor" e expressava a sua dor nas cantigas de amor até nos romances rotativos da pós-modernidade os corações se envolvem em fortes emoções.
Algumas histórias de amor tornaram-se marcos literários de geração em geração. É o caso de Romeu e Julieta, de Shakespeare , que aina hoje emocionam até às lágrimas os amantes ou simpatizantes do teatro e do cinema..
E o que diremos de "Amor de perdição" de Camilo Castelo Branco, cujo enredo, seguindo as características do Romantismo, caminha para um desfecho próprio desse momento literário: sem a  possibilidade de verem o seu amor concretizado, veem na morte a solução para esse impasse 

Outro elemento das tramas amorosas é o amor não correspondido que fomenta o ciúme e induz ao preterido ao desejo de vingança e ele lança mão de todas as armas para prejudicar ao que o despreza.
Não podemos deixar de citar os romance televisivo, o das novelas. Nele a troca fácil de parceiro dá a entender que a felicidade pode transferir indiscriminadamente o objeto do amor sem nenhuma consequência. O casal se separa e encontra no próximo amante o que lhe faltava até a próxima crise de identidade. Isso não corresponde a realidade, embora se busque uma verossimilhança.
Em todas as eras, em todos os lugares, credo ou posição social, homens e mulheres parecem  destinados  a esse belo sentimento que segundo o poeta Vinicius de Morais, pode se apagado posto que é chama, mas deve ser eterno enquanto dure. E assim sempre haverá apaixonados em buscas das benesses do amor. .

Nenhum comentário:

Postar um comentário